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domingo, 19 de fevereiro de 2012

Dia dos Namorados.

Desculpem lá a demora, mas aconteceu muita coisa desde o último post. E nem tudo são as boas notícias de que estavam à espera... Mas comecemos pelo início.

Na terça-feira lá chegou o dia mais mágico de ano para românticos como eu, o Dia dos Namorados! Ora, como mencionei antes, eu tinha tudo planeado desde há umas 3 semanas e ele nem fazia ideia de nada. Então, às 20.00 encontramo-nos no Marquês de Pombal, onde tinhamos uma mesa marcada no Great American Disaster (que é fenomenal! Aconselho vivamente!). Lá fomos entrando e tal... E não é que o restaurante estava completamente cheio de colegas meus da faculdade? Mas que sorte a minha... Lá lhes falei e tal e a coisa ficou por aí.

Estavamos nós a ter a nossa fantástica (e picante... MUITO picante. Cuidado com o chilli!) refeição, quando eu olho para as horas e percebo que estamos a ficar sem tempo. Começo a apressá-lo e saimos do restaurante a correr para o metro. Uns 15 minutos depois, saimos no Vasco da Gama e vamos a correr para o cinema. As boas notícias é que chegamos mesmo mesmo a horas do filme. As más é que os bilhetes para o filme The Vow (Prometo Amar-te) estavam esgotados desde as 18.00 desse dia.

Enfim, lá fomos para a Fnac, nem sei muito bem porquê, mas ainda era cedo para irmos embora. Chegamos à Fnac e passo pela área da PS3 sem reparar muito bem no jogo que estava na consola para se jogar. Só uns 5 minutos mais tarde é que me apercebo que era o Final Fantasy XIII-2 (vocês não sabem isto, mas eu AMO Final Fantasy, e desde 2010 que andava em sofrimento por não ter uma PS3 para poder jogar Final Fantasy XIII...). Lá peguei no comando e escolhi New Game. Para quem não está a par, todos os jogos do Final Fantasy costumam começar com uma longa introdução (que mais parece um filme), com gráficos brutais e um enredo cativante. Ora, este não foi excepção, e não foi preciso muito. Uns 5 minutos depois de ter começado a assistir à introdução não aguentei mais, peguei na PS3 mais próxima e dirigi-me à caixa para pagar, antes que voltasse a mudar de ideias (há uns 3 meses que ando numa de "vai-não-vai" para a comprar).

E pronto, lá comprei a PS3 e o Final Fantasy XII e fomos embora. Voltamos a entrar no metro e 10 minutos mais tarde estavamos a sair no Intendente. Começamos a andar, e ele fica completamente aparvalhado quando percebe que eu paro em frente ao Lisbon City Hotel, entro e apresento a chave de um quarto.

Quando subimos (e depois de uns longos 15 minutos que eu demorei a preparar tudo até o deixar entrar no quarto), temos uma garrafa de champanhe acompanhada de bonbons em cima da mesa, bem como dezenas de velas acesas pelo quarto e um tapete de petalas de rosa que conduziam desde a entrada até à cama, onde havia mais rosas espalhadas.

O que aconteceu depois, já não interessa... E como o post já vai longo, ficamos por aqui. As más notícias ficam para o próximo :)

sábado, 8 de outubro de 2011

Responsabilidades.

Quando nos dizem que quanto mais crescemos mais responsabilidades temos, não nos estão a mentir. O problema é quando temos responsabilidades das quais nem nos apercebemos, e só nos damos conta delas quando já fizemos algo de errado. É que isto de sair de casa dos meus pais, ter emprego e reclamar a minha independência tem imensa piada, mas estou a começar a aperceber-me que talvez não seja o mar de rosas que eu idealizava desde os 16 anos.

Sair de casa foi uma decisão minha. Não tinha de o fazer, necessariamente. É mais cómodo, sim, uma vez que estudo e trabalho em Lisboa e estava a perder imenso tempo em transportes todos os dias para ir e vir do Montijo. No entanto, não comecei o curso à 2 dias, já lá vão três anos, e sempre me ajustei a este sistema. O que mudou? Erasmus. Erasmus mudou-me. Para sempre.

Reparem, depois de viver um ano noutro país, completamente independente, quem gostava de voltar para casa dos pais e viver sob as suas regras? Ninguém que eu conheça! E eu não sou excepção. Já para não falar que tenho a mania que sou rebelde...

É claro que isto traz os seus problemas. Tendo sido minha a decisão de sair de casa, é minha a responsabilidade de assegurar um emprego que me permita pagar a casa, as contas, saidas, transportes e tudo o resto. Porque se fosse para sair de casa e continuar a ser sustentado pelos meus pais, não só estaria a ser hipócrita, como estaria a contradizer aquilo que tanto apregoo, que é a necessidade de ter independência total.

Eu não disse que seria interessante relatar a minha transição de adolescente para jovem adulto? E ainda agora comecei...