sábado, 5 de janeiro de 2013

Heart Skipped a Beat.

Bem vindos ao meu primeiro post do ano! Esta foi, sem dúvida, a melhor passagem de ano que tive até hoje. Passei-a rodeado de amigos, gargalhadas, álcool, jogos, música, fumos, fotos, danças, comida... Foi óptimo!

Já no novo ano, tive um encontro na passada quinta-feira, com um rapaz com quem já falava há distância há 3 anos e nunca tinha visto na vida. Numa palavra: desilusão. Sem objectivos de vida, com aversão a Lisboa e à maravilhosa língua inglesa - já para não mencionar que beijava muito mal -, sem grandes interesses na vida... Como diria aquele programa da MTV (vamos lá ver quantos se lembram): next!

Já para alegrar o novo ano, não é que descobri que os The xx vão voltar a Portugal, desta vez para actuar em Lisboa?! Quase que chorei de felicidade! Será um ano repleto de concertos, para mim. Os The xx já se vêm juntar a Rihanna e (não me encham os comentários de ofensas, por favor) Justin Bieber. E tenho pena de já não haverem bilhetes para os One Direction (pronto, acabei de cometer suicídio "blogal" - será que isto pega?).

Entretanto, terminei, finalmente, de ver as duas temporadas de Game of Thrones. Bem, que série! Aconselho-a vivamente. Próxima série: The Walking Dead.

E assim me retiro, que o meu professor ontem fuzilou-me com o olhar quando descobriu que eu não tinha desenvolvido absolutamente nada da minha curta final durante as férias de Natal. Quero ver se hoje ainda termino a caracterização de personagens. Bom primeiro fim de semana do ano a todos!

P.S.: Sim, estou a tentar convencer-vos a ver Game of Thrones através de corpos desnudados. É um golpe baixo, eu sei. Shame on me.
P.S.2: Cliquem nas imagens para as verem ainda maiores!

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Pixel III

Não, ainda não foi ontem que me comecei a dedicar ao Final Fantasy XIII. Shame on me. Mas também, com um novo episódio de Downton Abbey de 1h30 quem me pode culpar? Para quem não conheço a série, aconselho vivamente! Eu pagava para fazer parte da equipa de argumentistas da série.

Pelo menos, fiz algo de produtivo: já enviei a minha história para o Pixel, que partilho abaixo connvosco.


“Não há outro lugar no mundo onde gostaria de estar neste momento a não ser a teu lado”, dizia a mensagem que Miguel já lera vezes sem conta.
Pousou o telemóvel e olhou lá para fora, para a neve que caía insistentemente. Paris nunca lhe parecera tão negra e desinteressante como nessa noite. Fora obrigado a mudar-se devido ao seu emprego, há 4 meses atrás, e desde então que não via Bruno, o seu namorado. Infelizmente, os bilhetes de avião tinham ficado demasiado caros quando Bruno finalmente conseguiu confirmar as suas férias de Natal.
Com amargura, Miguel acendeu um cigarro, deixando as lágrimas correrem livremente. Desde que tinham assumido uma relação, há 10 anos atrás, que passavam o Natal um com o outro. As saudades já estilhaçavam o seu coração em mil pedaços, levando-o a considerar o despedimento, decisão a que Bruno se opusera veemente. “O nosso amor é mais forte que a distância”, dissera ele. Contudo, viver cada dia sem aquele que era a sua outra metade, era destino a que não desejava nem ao seu pior inimigo.
A campainha tocou e Miguel olhou para o relógio que marcava 20.10. As pizzarias francesas eram, de facto, bastante rápidas e eficientes. Pesarosamente, arrastou-se até à porta, pegando na carteira pelo caminho, apenas para a deixar cair ao abrir a porta.
- Achavas mesmo que te ia deixar passar o Natal sozinho?
- Mas...
- Vim de autocarro!
Miguel pegou em Bruno e beijou-o longamente, ao mesmo tempo que saboreavam as suas lágrimas. Estas, agora, de pura felicidade.


Hoje espera-me uma noite regada de álcool, com a minha fantástica melhor amiga, que só vejo duas vezes por ano. Lá terei de vir trabalhar de ressaca. Ups.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Kill Me.

Para quem comentou no post anterior os seus receios acerca da patinagem no gelo: relaxem, pessoal. A pista é muito fixe (excepto o facto de terem de ouvir Madonna do princípio ao fim), estão presentes patinadores profissionais e garanto-vos que se forem com amigos a gargalhada é garantida! Além disso, é uma actividade diferente que só podem aproveitar durante o Inverno, por isso arrisquem!

Depois de toda a emoção e divertimento da patinagem no gelo, chego a casa ontem e descubro que o meu iPad deixou de carregar. Não sei porquê, não é do carregador, e estou prestes a começar a arrancar cabelo. Para quem diz que não precisa de um tablet para nada, quando começam a habituar a usá-lo, já não querem outra coisa. Como vou ver os meus e-mails? Aceder ao Facebook? Verificar a meteorologia antes de sair de casa? Ver os meus filmes e séries? Ouvir música no Youtube? Num computador, eu sei. Mas já não estou habituado a fazê-lo há já 9 meses. O meu drama é fútil, eu sei, mas enquanto todos os meus problemas se resumirem a este género de coisas, dou-me por muito feliz!


Bem, parece que é desta que vou jogar a sério ao Final Fantasy XIII que desde que comprei em Fevereiro (em conjunto com a PS3), só lhe peguei duas vezes. E é de aproveitar antes que as aulas comecem. Mal posso esperar por chegar a casa!

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

All I Wanted for Christmas was Him.

Espero que todos vocês tenham tido um excelente Natal! O meu foi, provavelmente, dos melhores natais que já tive. Não a nível de presentes, já lá vai o tempo em que precisava de passar uma semana trancado em casa a experimentar tudo. Mas não, este ano, percebi pela primeira vez, o verdadeiro significado do Natal. Passei a Véspera com a minha família, pessoas que só costumo ver uma vez por ano, e devido às especificidades do meu emprego que me obriga a lidar com dezenas de pessoas diferentes todos os dias, consegui, finalmente, sentir um à vontade com todos eles que nunca tinha sentido antes. Até os ensinei a dançar Gangnam Style! Já o dia de Natal, foi passado com outra parte da família, com amigos, com colegas de casa e com colegas de trabalho, que já são, também, amigos.

Entretanto, fiquei de ir patinar no gelo na próxima semana com um rapaz que ao longo dos últimos meses se tem vindo a tornar muito especial. Infelizmente, desde Outubro que não tivemos oportunidade de estar juntos, devido a incompatibilidades de horários. Ele vive do outro lado da margem, eu só consigo ter algum tempo livre dois dias por semana à noite, que para ele já não dá tanto jeito, e quando consigo ter manhãs livres, ele tem aulas.

Independentemente de tudo isso, hoje estarei pelo Campo Pequeno a patinar à noite, com alguns colegas de trabalho. Apareçam :D


P.S.: Não me consigo fartar desta música!
P.S.2: Para os mais perspicazes: sim, as imagens correspondem aos meus presentes de Natal preferidos :D

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Till The World Ends.

Por minha causa, neste momento, há mais um coração partido neste nosso mundo. Pois é, lá segui os vossos conselhos e de todos os meus amigos, e disse ao tal rapazito, da forma mais simpática que consegui, que não estava, de todo, interessado nele. Não voltei a falar com ele desde então, mas acho que até aguentou com a cena mais ou menos na boa.

Entretanto, já resolvi o meu problema em relação ao curso. Não sei se já tinha referido aqui antes, mas é suposto escrever uma curta-metragem até Julho para ser produzida pela turma de Realização. Portanto, para os interessados, a storyline da minha será:

"Um homem obcecado com o fim do mundo é obrigado a escolher entre a sua obsessão e o amor da sua vida."

Ontem fui ver Anna Karenina, que aconselho a todos vocês. É um filme bastante ambicioso, a Keira Knightley, por vezes, tende para o overacting mas, ainda assim, está muito, muito bom. E o Conde Vronsky não é nada de se deitar fora, como podem ver.

Para terminar, e sendo que o mundo irá acabar amanhã (vou ter um jantar lá por casa para comemorar o fim do mundo, apareçam!), nada mais apropriado que deixar-vos com a seguinte música!


terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Boots & Boys.

Passaram-se 6 dias desde o meu último post e ainda não faço ideia do que hei-de escrever para o concurso do Sad Eyes. Já para não falar que hoje tenho de apresentar uma ideia para uma curta-metragem em aula e também não faço a mais pálida ideia do que vou dizer. Inspiration level -100.

Mas adiante, isso nem é assim tão interessante. Na semana passada conheci um gay amigo da minha mais recente colega de casa. Muito abichanado, mas super querido. Lá curtimos no final da noite, na segurança da minha sala. O problema aqui é: ele ficou vidrado em mim. Todos os dias me manda mensagem, neste último Sábado tive o jantar de Natal da minha empresa - como podem imaginar, com um bar aberto, passei o Domingo inteiro a ressacar - e não é que no dia a seguir de manhã ele estava lá à porta? Eu juro que a vontade que tive foi nem sequer abrir a porta. Mas pronto, ele é amigo da minha colega, lá tive de ser simpático. Ela já me disse para falar com ele e tal (aka partir-lhe o coração), mas nunca tenho coragem para ter esse género de conversas. Como se não bastasse, tem-me andado a chatear para lhe arranjar emprego aqui na empresa. Estou lixado.

Entretanto, desde que comecei a trabalhar, apercebi-me que cada vez mais a bichisse me faz confusão. Talvez seja por, pela primeira vez na vida, as pessoas com quem lido diariamente serem, na sua maioria, todos homens heteros e bem masculinos. Com este emprego, fui também forçado a adoptar um visual muito mais masculino - nunca eu me imaginei a usar sapatos de camurça, calças de um tecido qualquer que não seja ganga e camisas, diariamente. O mais engraçado é gostar de me ver com o meu novo estilo e já adoptá-lo fora das horas de trabalho. O mundo deve estar mesmo prestes a acabar.

Já só vos restam 3 dias, pessoal...

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Momento Literário.

Estava eu a limpar os ficheiros do meu netbook para o formatar quando encontrei este texto, dentro de uma pasta com o nome deste blog. Presumo que o terei escrito no ano passado, por volta desta altura, com intenções de o publicar por aqui, creio eu. Portanto, e até porque não vejo outra utilidade para isto, partilho convosco este meu texto.



Abri os olhos com um suspiro, permitindo que a luz matinal penetrasse a escuridão que era o meu mundo e me arrancasse ao meu sono sem sonhos. Ultimamente, era sempre assim. Cada vez que me entregava ao doce embalo do cansaço, só voltava a despertar do coma da dor pela manhã. Talvez fosse melhor assim, embora sentisse a falta das histórias fantásticas que tomavam vida à noite desde criança. Pelo menos, tinha o consolo de poder refugiar-me num mundo onde não havia dor, onde não havia memória; um mundo onde nada existia. Nem que fosse, apenas, durante escassas horas.Como tinha vindo a deliciar-me com esse espaço de tempo! Era a certeza de que seria desligado do mundo ao cair da noite que me dava forças para enfrentar cada dia. Era saber poder escudar-me do sofrimento que me dava alento e me impedia de tomar decisões sem qualquer razão lógica.Sem me mexer, olhei pelo vidro cristalino da minha janela. No céu límpido, os pássaros que via a voarem lá fora de encontro ao azul que se expandia pelo infinito, pareciam zombar da infelicidade alheia, com piares alegres e melódicos.Que deleite seria se fosse um pássaro. Bastava estender as asas e voar, voar para longe da dor, para longe da memória. Num dia estaria aqui, e noutro acolá. Mas ser pássaro é muito mais que isso. Ser pássaro é carregar nas asas o peso das estações; é entoar bem alto o medo que espreita a cada ramo de árvore; é enfrentar o mundo como se nada mais importasse.

Mas eu... Eu não sou um pássaro. Eu não sou capaz de enfrentar a minha própria dor, quanto mais enfrentar o mundo. Eu encolho-me no âmago do meu ser, aguardando, esperando, mas a dor nunca me abandona.
Com um movimento lento, estico o braço e pego no meu telemóvel. Ao toque o frio do metal e do plástico fazem-me suster a respiração, falhando uma batida cardíaca. Num momento longo e eterno, que não durou mais de um segundo, o choque térmico espalhou-se por todo o meu corpo, alertando-me para o que aí vinha.Sem olhar, introduzi a mesma combinação de teclas que tinha introduzido todas as manhãs, nas últimas semanas. Inspirei, enquanto uma lágrima me escorria pela face, numa corrida desenfreada, como se toda a sua existência tivesse convergido naquele momento.

Desculpa, mas não aguento mais a distância que nos separa. Acabou.

E assim, sinto o meu coração despedar-se um pouco mais, multiplicando-se em milhares de milhões de microscópicos pedacinhos cravados no meu peito, que me irão atormentar pelo dia fora, até ao cair da noite.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Back.

Nossa! Já cá não metia os pés há tanto tempo... E acho que nunca me tinha acontecido tanta coisa num ano como este ano. Portanto, aqui vou eu tentar resumir tudo o melhor possível e por uma ordem mais ou menos cronológica, tendo como ponto de partida o meu último post:

Apaixonei-me. Namorei. Fui traído. Comprei um iPad. Traí. Fiquei sem emprego. Desisti da faculdade. Fui ao Super Bock Super Rock ver Lana del Rey ♥. Conheci imensas pessoas. Fiz alguns novos bons amigos. Fiquei sem uma das minhas colegas de casa. Apanhei um escaldão. Participei no Cerveira Creative Camp. Conheci a fantástica Kirsten Lepore. Ganhei um estágio como Assistente de Animação em Stop-Motion em L.A: para o Verão de 2013 (se o mundo não acabar). Ofereceram-me uma coelha. Fui até Portimão. Arranjei emprego. Voltei a Portimão. Apanhei outro escaldão. Arranjei outro colega de casa. Voltei à faculdade, desta vez para estudar Argumento. Arranjei outra colega de casa.

E aqui estou eu, pronto para mais. Porque é que me afastei? Porque todas as vezes que anunciava no blog que tinha encontrado alguém, rapidamente isso chegava ao fim. Superstição? Eu sei. Acabei sozinho na mesma. Porque voltei? Porque o Sad Eyes voltou a desafiar-me para participar no Pixel e não consegui resistir.

Resumindo o último ano da minha vida: growing up sucks!

P.S.: Tentarei pôr-me a par dos últimos acontecimentos das vossas vidas o mais rapidamente possível.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Pós-Dia dos Namorados.

Depois de passar uns bons 30 minutos a olhar para o ecrã e a tentar encontrar uma forma de dar a volta a situação, decidi que é mais fácil se o disser de uma vez: eu e o meu namorado acabamos. Porquê? Porque era a coisa certa a fazer...

A verdade é que, embora tivéssemos muitas coisas em comum, no que era realmente importante as diferenças eram abismais. Não só temos personalidades diferentes, como temos maneiras de estar diferentes na vida. Eu sou uma pessoa super extrovertida (como já puderam perceber, eu quero é festas), e ele era mais pacato. Eu gosto de passar tempo com o meu namorado quando quero e o resto que se fod*, e ele estava condicionado ao pessoal que vive com ele. Eu sou assumido e ele não.

Não sei se alguém esteve numa situação parecida, e embora eu nunca pensasse que isso importasse, importa. Importa porque ele tinha que dar explicações a quem ele entendia que devia dar, e isso era um problema, porque não podia simplesmente dizer que ia estar com o namorado, uma vez que não é assumido. Para estarmos juntos no dia dos namorados foi um filme tremendo, e só aconteceu porque eu fiz "birra". E, como se não bastasse, decidia passar semanas inteiras na santa terra e eu tinha que me contentar a uma relação à distância... O que não era de todo a minha intenção quando decidi pedi-lo em namoro. Enfim. Como disse alguém, vivendo e aprendendo. Nada é eterno. Para a frente é que é caminho. And so on...

Hoje descobri que há uma pista de gelo no Rossio! Já combinei ir lá na quarta-feira com um amigo, e na sexta-feira ainda vou passar por lá antes de ir para o bairro com o meu melhor amigo ahah

E voltando às boas notícias: vou inscrever-me no segundo semestre da faculdade E deixei de fumar!

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Dia dos Namorados.

Desculpem lá a demora, mas aconteceu muita coisa desde o último post. E nem tudo são as boas notícias de que estavam à espera... Mas comecemos pelo início.

Na terça-feira lá chegou o dia mais mágico de ano para românticos como eu, o Dia dos Namorados! Ora, como mencionei antes, eu tinha tudo planeado desde há umas 3 semanas e ele nem fazia ideia de nada. Então, às 20.00 encontramo-nos no Marquês de Pombal, onde tinhamos uma mesa marcada no Great American Disaster (que é fenomenal! Aconselho vivamente!). Lá fomos entrando e tal... E não é que o restaurante estava completamente cheio de colegas meus da faculdade? Mas que sorte a minha... Lá lhes falei e tal e a coisa ficou por aí.

Estavamos nós a ter a nossa fantástica (e picante... MUITO picante. Cuidado com o chilli!) refeição, quando eu olho para as horas e percebo que estamos a ficar sem tempo. Começo a apressá-lo e saimos do restaurante a correr para o metro. Uns 15 minutos depois, saimos no Vasco da Gama e vamos a correr para o cinema. As boas notícias é que chegamos mesmo mesmo a horas do filme. As más é que os bilhetes para o filme The Vow (Prometo Amar-te) estavam esgotados desde as 18.00 desse dia.

Enfim, lá fomos para a Fnac, nem sei muito bem porquê, mas ainda era cedo para irmos embora. Chegamos à Fnac e passo pela área da PS3 sem reparar muito bem no jogo que estava na consola para se jogar. Só uns 5 minutos mais tarde é que me apercebo que era o Final Fantasy XIII-2 (vocês não sabem isto, mas eu AMO Final Fantasy, e desde 2010 que andava em sofrimento por não ter uma PS3 para poder jogar Final Fantasy XIII...). Lá peguei no comando e escolhi New Game. Para quem não está a par, todos os jogos do Final Fantasy costumam começar com uma longa introdução (que mais parece um filme), com gráficos brutais e um enredo cativante. Ora, este não foi excepção, e não foi preciso muito. Uns 5 minutos depois de ter começado a assistir à introdução não aguentei mais, peguei na PS3 mais próxima e dirigi-me à caixa para pagar, antes que voltasse a mudar de ideias (há uns 3 meses que ando numa de "vai-não-vai" para a comprar).

E pronto, lá comprei a PS3 e o Final Fantasy XII e fomos embora. Voltamos a entrar no metro e 10 minutos mais tarde estavamos a sair no Intendente. Começamos a andar, e ele fica completamente aparvalhado quando percebe que eu paro em frente ao Lisbon City Hotel, entro e apresento a chave de um quarto.

Quando subimos (e depois de uns longos 15 minutos que eu demorei a preparar tudo até o deixar entrar no quarto), temos uma garrafa de champanhe acompanhada de bonbons em cima da mesa, bem como dezenas de velas acesas pelo quarto e um tapete de petalas de rosa que conduziam desde a entrada até à cama, onde havia mais rosas espalhadas.

O que aconteceu depois, já não interessa... E como o post já vai longo, ficamos por aqui. As más notícias ficam para o próximo :)